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Defesa Civil de Lages reforça alerta para temporais e orienta moradores de áreas de risco

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A Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil de Lages intensificou o monitoramento das condições do tempo e divulgou um conjunto de orientações preventivas à população. O alerta tem como base um aviso emitido pela Defesa Civil de Santa Catarina, que indica risco de chuva pontualmente intensa e temporais isolados nos próximos dias em diferentes regiões do estado.

De acordo com o boletim, as instabilidades aumentam a partir do início da noite, com maior probabilidade de impactos entre o centro e o litoral catarinense. O risco é classificado como baixo a moderado para ocorrências de alagamentos, enxurradas pontuais, queda de galhos e árvores, destelhamentos e danos pontuais na rede elétrica.

Recomendações para a população

A Defesa Civil de Lages reforça que famílias que vivem em áreas consideradas de risco devem redobrar a atenção. Entre as recomendações estão evitar a circulação por ruas alagadas, não buscar abrigo embaixo de árvores durante temporais, manter distância de redes elétricas e não cruzar pontes ou pontilhões que estejam submersos.

O órgão também orienta moradores a manter telhados, calhas e ralos limpos, recolher objetos soltos no quintal e acompanhar canais oficiais de comunicação para receber atualizações em tempo real. Em casos de risco iminente, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Atuação preventiva e monitoramento

A prefeita Carmen Zanotto destacou que as equipes estão mobilizadas e que a atuação preventiva é o caminho mais eficiente para reduzir prejuízos diante de eventos climáticos severos. Segundo a gestão municipal, a Defesa Civil mantém prontidão integrada com a Secretaria de Obras, Bombeiros e equipes de saúde, prontos para responder a chamados.

A coordenação reforça que o cenário pode se alterar rapidamente, e por isso recomenda à comunidade evitar viagens não essenciais durante o período de instabilidade, especialmente em rodovias da Serra Catarinense, onde a neblina e o solo encharcado elevam o risco de acidentes. A previsão é de que o quadro permaneça instável até o fim da semana, conforme novos boletins meteorológicos.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.

 

Campeonato Escolar de Futebol mobiliza Lages e abre caminho para fase estadual

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As quadras e campos de Lages voltam a ganhar um ritmo diferente com a movimentação de estudantes-atletas que sonham em representar a cidade em uma competição oficial. A etapa municipal do Campeonato Catarinense Escolar de Futebol (CCEF) reúne equipes masculinas e femininas de 11 a 14 anos e funciona como porta de entrada para as fases seguintes do torneio, que conecta municípios de todo o estado.

Imagem ilustrativa gerada por inteligencia artificial.

O campeonato é promovido pela Fesporte, com apoio local da Fundação Municipal de Esportes (FME), que atua na organização da disputa em Lages e na orientação às escolas. A participação é aberta a estudantes do Sistema Municipal de Educação e também das redes estadual e privada. A proposta é ampliar a presença do esporte escolar como instrumento de convivência, disciplina e formação, além de incentivar hábitos saudáveis na faixa etária em que muitos jovens dão os primeiros passos em competições estruturadas.

Inscrições e calendário da competição

As inscrições foram organizadas de forma online, no mesmo sistema utilizado em eventos esportivos municipais. A plataforma permite o cadastro das equipes com dados dos estudantes e o envio das informações exigidas. Após o período de inscrição, a competição avança para a fase técnica: o congresso técnico é o momento em que são alinhadas regras, formato de disputa, tabelas e critérios disciplinares. Essa etapa é importante para garantir que todas as escolas joguem sob as mesmas condições e para evitar dúvidas sobre documentos, uniformes e cronograma.

Com a organização definida, o início das partidas marca a etapa mais aguardada. O calendário prevê jogos distribuídos ao longo das semanas, com confrontos entre escolas e possibilidade de formação de grupos, dependendo do número de inscritos. A expectativa é que a disputa municipal selecione representantes de Lages para avançar às próximas fases do campeonato em Santa Catarina, ampliando a visibilidade dos atletas e fortalecendo o vínculo entre esporte e educação.

Esporte escolar como formação e oportunidade

Além da busca por resultados em quadra, o CCEF costuma ser tratado como um ambiente de aprendizado. Professores, treinadores e equipes escolares usam a competição para reforçar valores como respeito, trabalho coletivo e responsabilidade. Para muitos estudantes, o torneio é também uma oportunidade de vivenciar experiências de viagem e integração com jovens de outras cidades, caso avancem para as fases regionais e estaduais.

Em Lages, a presença de uma estrutura de apoio local permite que as escolas contem com orientação sobre regulamentos, prazos e logística. A organização também reforça a importância de acompanhar a programação oficial e de manter a documentação dos estudantes em dia, garantindo a participação regular nas partidas. Com a bola rolando, a cidade passa a ter um novo ponto de encontro: o esporte escolar, que reúne famílias, comunidade escolar e torcedores em torno do desempenho dos jovens atletas.

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Audiência da Alesc reúne protetores e debate combate aos maus-tratos a animais

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A causa animal voltou ao centro do debate público em Santa Catarina. Na noite da sexta-feira, 8 de maio, São Miguel do Oeste sediou a terceira audiência pública de um ciclo de sete encontros previstos para 2026 pela Comissão de Proteção, Defesa e Bem-Estar Animal da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A iniciativa pretende ouvir entidades, ativistas e a comunidade para apresentar propostas concretas de proteção e bem-estar para cães, gatos e demais animais no Estado.

Realizado na Câmara de Vereadores do município, o encontro foi proposto pelo deputado Marcius Machado (PL) e reuniu autoridades, representantes de ONGs e moradores. Entre os pontos discutidos estiveram o combate aos maus-tratos, o incentivo à adoção responsável, programas de castração, controle populacional e o fortalecimento de políticas públicas voltadas aos animais.

Foto: Agência AL/Alesc

Censo animal e Fórum Catarinense em julho

O parlamentar destacou que as conclusões dos sete encontros vão subsidiar o 4º Fórum Catarinense de Proteção e Bem-Estar Animal, previsto para julho. Segundo Machado, a castração em larga escala e a conscientização das crianças sobre o respeito aos animais estão entre as prioridades para mudar a realidade atual. Ele também defendeu a realização de um censo animal em Santa Catarina, lembrando que hoje não há um número confiável sobre a quantidade de cães e gatos comunitários e domésticos no Estado.

A vereadora Silvia, que atua há mais de uma década na causa animal em São Miguel do Oeste, reforçou que as políticas públicas precisam estar fundamentadas na conscientização da população. Para ela, esse é um dos caminhos para que os pets passem a ser vistos como seres vivos que merecem cuidado e respeito.

ONGs cobram mais recursos e atendimento

Representando a ONG Amigo Bicho, Rodrigo Ferreira afirmou que a falta de comunicação entre comunidade e poder público segue como um dos maiores obstáculos. Com quase duas décadas de atuação no Extremo Oeste, a entidade pede ampliação dos recursos para acompanhar a demanda crescente. Já a presidente da ONG Amigos da Daisy, Diana Daisy Brooklyn, descreveu a rotina de atendimento emergencial em comunidades carentes, onde resgates e tratamentos esbarram em estrutura insuficiente.

A protetora Eliane Giehl, do projeto Patinhas Especiais, lembrou que muitos animais com deficiências físicas ou sequelas ainda enfrentam abandono e falta de visibilidade. Em seu trabalho, esses bichos permanecem sob cuidados permanentes quando não são adotados. As próximas audiências do ciclo seguirão por outras regiões catarinenses até consolidar a pauta que será levada ao fórum estadual.

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Festival Santa Catarina Canta abre inscrições gratuitas até 15 de maio

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Cantores e intérpretes de Lages e de toda a Serra Catarinense têm até o dia 15 de maio para garantir vaga em um dos principais festivais de música do Estado. Estão abertas as inscrições para o Festival Santa Catarina Canta 2026, que chega à terceira edição com seletivas em diversas cidades catarinenses e a promessa de revelar novos talentos da música brasileira. As inscrições são gratuitas e feitas exclusivamente pelo site oficial do festival.

Promovido pelo Governo de Santa Catarina, em parceria entre a Fundação Catarinense de Cultura e a Camerata Florianópolis, o festival mantém a proposta de celebrar a diversidade musical do país. Ao longo desta etapa inicial, serão realizadas 23 seletivas regionais com apresentações ao vivo em diferentes cidades. Os classificados de cada etapa avançam para a grande final, em Florianópolis.

Categorias e regras de participação

O regulamento mantém duas categorias: infantojuvenil, destinada a crianças e adolescentes de 8 a 15 anos completos, e geral, aberta a partir dos 16 anos. Podem se inscrever cantores e intérpretes catarinenses natos ou pessoas que comprovem residência em Santa Catarina há pelo menos três anos. A organização orienta os candidatos a conferir o regulamento completo no site oficial antes da inscrição, para evitar problemas com a documentação.

A diversidade de ritmos e estilos é uma marca registrada do projeto, que se propõe a reunir sotaques, identidades e sonoridades de todas as regiões do Estado em um único palco competitivo.

Etapa Amures será em Lages, no Teatro Marajoara

Para o público lageano, a expectativa é grande: a etapa regional da Amures (Associação dos Municípios da Região Serrana) está marcada para o dia 11 de junho, no Teatro Marajoara. O equipamento cultural deve receber artistas dos diversos municípios da Serra em uma noite dedicada a revelar nomes que podem despontar no cenário musical catarinense.

A superintendente da Fundação Cultural de Lages, Carla Zonatto, convidou os intérpretes da cidade a aproveitarem a oportunidade. A prefeita Carmen Zanotto destacou que Lages é reconhecida como um celeiro de talentos da música e da cultura, e que o festival representa uma vitrine para mostrar essa força ao restante do Estado.

Quem pretende disputar uma das vagas deve organizar repertório, gravar a inscrição dentro do prazo e ficar atento aos comunicados oficiais. Mais informações estão disponíveis no site www.santacatarinacanta.com.br.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.

 

Lages planeja construir 18 pontes de concreto no interior e ampliar infraestrutura rural

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A Prefeitura de Lages colocou em andamento um novo pacote de melhorias para as estradas do interior: a construção de 18 pontes de concreto ao longo de 2026, em substituição gradual de estruturas de madeira. A iniciativa está em fase de licitação e deve impactar diretamente a mobilidade de moradores e produtores rurais, além de reforçar a segurança no tráfego de veículos leves, caminhões e maquinário agrícola.

Segundo o planejamento divulgado pelo Município, os recursos para as obras são provenientes do Governo do Estado, via Defesa Civil, com contrapartida da administração municipal. Hoje, Lages já conta com algumas pontes de concreto na malha viária rural, mas ainda há dezenas de travessias de madeira que exigem manutenção constante e ficam mais vulneráveis a danos provocados por chuvas intensas e desgaste do tempo.

Obras e manutenção ao longo de 2026

A proposta das novas pontes vem acompanhada de outras intervenções. Entre elas, está a intenção de asfaltar três trechos considerados críticos em estradas rurais, em pontos com aclives acentuados e trechos curtos, mas estratégicos, que historicamente dificultam o deslocamento em dias de chuva. Um dos locais citados como referência de projeto é a região de Macacos, onde há trecho já licitado.

Paralelamente, o Município mantém frentes de trabalho voltadas à conservação das vias do interior, com serviços como patrolhamento, cascalhamento, alargamento do leito e construção de bueiros. A avaliação interna é de que o desenvolvimento do setor agropecuário, da silvicultura e do turismo rural depende, de forma direta, de uma rede viária em condições adequadas para escoamento da produção e circulação diária das comunidades.

Reorganização de produtores e apoio operacional

Além das obras estruturais, a Prefeitura informa que está estimulando a reorganização de produtores rurais por meio de encontros comunitários e do fortalecimento de associações locais, com a ideia de criar ou consolidar Associações de Desenvolvimento Rural (ADRs). A proposta é que essas entidades tenham suporte técnico do poder público para se formalizar e atuar na melhoria contínua de estradas e acessos, especialmente em áreas mais afastadas do centro.

Na prática, a estratégia é combinar investimentos em obras permanentes, como as pontes de concreto, com um modelo de manutenção mais próximo da realidade de cada localidade. O planejamento prevê apoio para contratação de operadores de máquinas e para o uso de equipamentos em cooperação com as associações, de modo a dar mais agilidade ao atendimento de demandas pontuais, como reparos após temporais e reforço de trechos danificados.

Com a licitação em andamento e o cronograma previsto para este ano, a expectativa é que as novas estruturas reduzam interrupções de trânsito em períodos de instabilidade climática e ofereçam mais previsibilidade para quem depende das estradas rurais para trabalhar, estudar e acessar serviços essenciais. A Prefeitura também sinaliza que, após este primeiro bloco de 18 pontes, a substituição das demais travessias de madeira poderá seguir de forma gradual, conforme a viabilidade técnica e orçamentária.

Udesc abre 120 vagas no campus de Lages para o vestibular de inverno

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Estudantes que sonham com uma vaga no ensino superior público em Santa Catarina ganham uma janela importante de oportunidade nos próximos dias. A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) abre as inscrições para o vestibular de inverno, com 1.300 vagas distribuídas pelos campi do estado. Em Lages, o Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) oferece 120 dessas vagas, em cursos que vão da formação tecnológica à graduação plena, com forte vocação para o agronegócio, ciências da terra e meio ambiente.

Reconhecido como um dos principais polos de ensino e pesquisa do interior catarinense, o CAV é referência regional em áreas como Agronomia, Engenharia Florestal, Engenharia Ambiental e Sanitária, Medicina Veterinária e Zootecnia. A oferta de vagas também contempla cursos voltados ao desenvolvimento rural, química e tecnologias aplicadas, atraindo candidatos não só da Serra Catarinense, mas também do Planalto Norte, do Meio-Oeste e até de outros estados.

Como funciona a seleção

O processo seletivo de inverno costuma ter prova objetiva, redação e aplicação centralizada em diversas cidades de Santa Catarina, com classificação por curso e por campus. A Udesc também mantém políticas de ações afirmativas, com cotas voltadas a estudantes de escola pública, candidatos pretos, pardos e indígenas, além de pessoas com deficiência, ampliando o acesso à universidade pública.

Para concorrer, é fundamental conferir o edital com atenção, verificar prazos, taxas, documentação exigida e os critérios específicos de cada modalidade de ingresso. As inscrições são feitas pelo site oficial da universidade, e o calendário inclui ainda a possibilidade de solicitação de isenção de taxa para candidatos em situação de baixa renda.

Impacto regional do CAV em Lages

Mais do que uma porta de entrada para o ensino superior, o vestibular do CAV representa um vetor de desenvolvimento para a economia da Serra Catarinense. Os cursos da unidade formam profissionais que atuam em propriedades rurais, indústrias de base florestal, frigoríficos, cooperativas, órgãos ambientais e empresas de tecnologia agropecuária, segmentos com peso decisivo no PIB regional.

A presença da universidade pública também movimenta o comércio, o setor de serviços e o mercado de aluguel de Lages, com a chegada anual de estudantes de fora da cidade. Para os candidatos lageanos, a oportunidade de cursar uma graduação gratuita, em um campus consolidado e próximo de casa, é considerada um diferencial competitivo na hora de planejar a trajetória profissional.

Quem pretende disputar uma das 120 vagas em Lages deve organizar a rotina de estudos, revisar conteúdos do ensino médio e acompanhar de perto os comunicados oficiais da Udesc, evitando perder prazos importantes do processo seletivo.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.

 

Convênio leva robótica e ensino maker para 22 escolas da rede municipal de Lages

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Convênio leva robótica e ensino maker para 22 escolas da rede municipal de Lages

A rede municipal de ensino de Lages dá um passo expressivo rumo à modernização pedagógica com a chegada da robótica educacional e do ensino maker em 22 escolas. A iniciativa nasce de um convênio firmado entre a Prefeitura e o Serviço Social da Indústria (SESI) e tem como objetivo aproximar os estudantes das tecnologias que já fazem parte do cotidiano produtivo, estimulando o raciocínio lógico, a criatividade e o trabalho em equipe desde os primeiros anos da educação básica.

Pelo desenho do projeto, 11 unidades vão receber as atividades em formato de contraturno, ampliando a oferta pedagógica para alunos que estudam em apenas um período. Outras 11 escolas terão a robótica integrada à grade do tempo integral, estendendo a vivência tecnológica ao longo do dia letivo. A divisão pretende atender perfis distintos de comunidades escolares, sem deixar bairros estratégicos da cidade de fora do programa.

Aulas práticas com kits, sensores e desafios

O conteúdo é estruturado a partir de kits educacionais com peças mecânicas, sensores e plataformas de programação adequadas a cada faixa etária. Em sala, os estudantes assumem o papel de protagonistas: identificam um problema, planejam uma solução, montam o protótipo e testam o funcionamento. A metodologia, conhecida como aprendizagem baseada em projetos, transforma erro e ajuste em parte essencial do processo.

Além dos equipamentos, o convênio prevê a formação continuada dos professores, que recebem capacitação para conduzir as aulas práticas e adaptar os desafios à realidade de cada turma. Essa estrutura é considerada decisiva para que a robótica não fique restrita a oficinas pontuais e se consolide como uma frente permanente do projeto pedagógico das escolas atendidas.

Inclusão digital e preparação para o futuro

A entrada da robótica em unidades de bairros mais distantes do centro reforça o caráter inclusivo da proposta. Para muitos estudantes, será o primeiro contato sistemático com programação, eletrônica básica e ferramentas digitais aplicadas à resolução de problemas reais, em uma estrutura semelhante à de iniciativas adotadas por escolas particulares.

A expectativa da Secretaria de Educação é que as primeiras turmas iniciem as atividades já no calendário letivo deste ano, com cronograma escalonado de implantação. A medida também serve como vitrine para futuras parcerias da rede municipal com instituições ligadas à indústria, em uma cidade que vem buscando ampliar a presença de cursos técnicos e iniciativas de formação tecnológica voltadas a crianças e adolescentes.

Com a chegada de laboratórios maker, robôs montáveis e ambientes de programação às salas de aula, Lages passa a integrar um movimento crescente de municípios catarinenses que entendem a alfabetização tecnológica como parte indispensável da formação dos estudantes do século XXI.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.

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Saúde leva atendimento médico a 20 comunidades rurais de Lages ao longo de maio

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Saúde leva atendimento médico a 20 comunidades rurais de Lages ao longo de maio

Os moradores das áreas rurais de Lages têm um cronograma especial de atendimento médico ao longo de maio. A Secretaria Municipal da Saúde montou uma escala com 20 datas de consultas em comunidades do interior, distribuídas entre os dias 4 e 29 do mês, sempre em dias úteis. A iniciativa busca aproximar o serviço público de saúde dos moradores que vivem distantes do centro da cidade e enfrentam dificuldade para acessar postos urbanos.

Como funciona o atendimento

As consultas acontecem em locais previamente definidos, como Unidades Básicas de Saúde da zona rural, salões de igreja, escolinhas e associações de moradores. O agendamento ocorre por ordem de chegada, no horário das 8h às 10h, ou seja, é fundamental que o paciente compareça cedo na data marcada para sua localidade. A escala completa é divulgada pela Prefeitura, e dúvidas podem ser tiradas pelo telefone (49) 3251-7992.

O atendimento começa pelo distrito Índios, na primeira semana de maio, e segue por comunidades como São Jorge, Entrada do Campo, Cabo de Lança, Salto Caveiras, Macacos, Bodegão, Potreiros, Mirante, Morrinhos, Rancho de Tábuas, Cedro Alto, Lambedor, Santa Catarina, Cajuru e Santa Terezinha do Salto Caveiras. A escala foi pensada para que famílias inteiras de cada região possam ser atendidas em um mesmo dia, sem precisar deslocar-se até o perímetro urbano.

Por que importa

Levar serviços médicos itinerantes ao interior é uma estratégia comum em municípios extensos como Lages — o maior em território de Santa Catarina. Sem essa rotina de visitas, muitos idosos, gestantes e crianças deixariam de fazer acompanhamento de saúde simplesmente por não ter como chegar à cidade. Para quem mora a quilômetros de distância da UBS mais próxima, o atendimento agendado na própria comunidade significa economia de tempo, dinheiro e preocupação.

Além das consultas clínicas, esse tipo de ação costuma envolver renovação de receitas, acompanhamento de hipertensos e diabéticos, vacinação, orientação nutricional e encaminhamentos para exames mais complexos quando necessário. As equipes também aproveitam para identificar casos que exigem atenção especializada e conectar o paciente à rede municipal de saúde.

Como participar

Os moradores devem ficar atentos à data agendada para a sua localidade e levar documento com foto, cartão do SUS e, se houver, exames recentes. Pacientes em uso contínuo de medicação devem levar a receita anterior para facilitar a renovação. Familiares de idosos ou pessoas com mobilidade reduzida podem ajudar a viabilizar o transporte e o acompanhamento durante a consulta. Para a Prefeitura, o êxito do programa depende dessa parceria entre poder público e comunidade — quanto mais ágil a chegada dos pacientes, mais gente é atendida no mesmo dia.

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UBS do bairro Santa Helena, em Lages, recebe R$ 1,1 milhão para ampliação e modernização

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UBS do bairro Santa Helena, em Lages, recebe R$ 1,1 milhão para ampliação e modernização

A Unidade Básica de Saúde do bairro Santa Helena, em Lages, está prestes a passar pela maior reforma da sua história. A unidade vai receber um investimento de R$ 1,145 milhão para obras de ampliação e modernização, recursos que devem fortalecer o atendimento da Atenção Primária à Saúde em uma das regiões mais populosas da cidade. O dinheiro vem de um convênio firmado com o Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, dentro do programa SC Levada a Sério.

O que vai mudar

Com o aporte, a UBS Santa Helena ganhará espaços ampliados para consultórios, sala de vacinas, recepção e atendimento odontológico. A intervenção também prevê a modernização da estrutura física, o que costuma incluir reforma de pisos, instalações elétricas, hidráulicas, climatização e acessibilidade. A ideia é que a unidade saia da reforma com mais conforto para o paciente, melhor fluxo de atendimento e capacidade de absorver novos serviços, como ações de promoção à saúde, grupos de cuidado e procedimentos de baixa complexidade.

A Atenção Primária é a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. É na UBS que o morador faz acompanhamento de doenças crônicas, recebe vacinas, realiza consultas de rotina, exames básicos e o acompanhamento de gestantes e crianças. Investimentos nesse nível de atenção têm efeito multiplicador: cada caso resolvido na UBS deixa de pressionar prontos-socorros e UPAs, melhorando o atendimento de toda a rede.

Programa estadual

O SC Levada a Sério é a marca usada pelo Estado para identificar repasses voltados à infraestrutura de saúde, com foco em ampliações, novas unidades, equipamentos e modernização tecnológica. A inclusão da UBS Santa Helena na lista de obras contempladas reforça uma estratégia que vem destinando recursos a municípios da Serra Catarinense, região historicamente carente de investimentos estruturais nas redes municipais.

Para a Prefeitura de Lages, a obra integra um conjunto de ações que vem ampliando capacidade de atendimento da rede municipal — do banco de alimentos a parcerias com instituições de longa permanência. No caso da Saúde, o foco tem sido reforçar tanto unidades centrais, como a UPA 24 horas, quanto as UBS de bairros densamente habitados, onde a demanda costuma ser alta e a estrutura, datada.

O que esperar agora

O próximo passo é a etapa de licitação e contratação da empresa responsável pela execução. A partir daí, a obra entra em cronograma de execução, com prazos e fiscalização da Secretaria Municipal de Saúde. Durante o período de obras, é comum que parte dos atendimentos seja remanejada temporariamente para unidades vizinhas — a Prefeitura costuma divulgar antecipadamente esse plano à população atendida pela UBS, para evitar surpresas e garantir continuidade dos serviços essenciais.

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Alerta amarelo do INMET prevê granizo e ventos de até 60 km/h em Lages e na Serra Catarinense

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Alerta amarelo do INMET prevê granizo e ventos de até 60 km/h em Lages e na Serra Catarinense

Um alerta amarelo de tempestade emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) colocou Lages e mais 29 municípios da Serra Catarinense em estado de atenção. O aviso, classificado como de perigo potencial, indica risco de chuvas intensas, ventos fortes e queda de granizo. A recomendação às prefeituras e à população é redobrar os cuidados durante a vigência do alerta, monitorar atualizações da Defesa Civil e reforçar a proteção de bens, animais e cultivos.

O que diz o alerta

Segundo o instituto, há possibilidade de acumulados de chuva de até 50 milímetros em um único dia e ventos com rajadas que podem chegar a 60 quilômetros por hora. Episódios de granizo, embora pontuais, também estão entre os fenômenos previstos. O risco é classificado como baixo para cortes de energia elétrica, queda de árvores, alagamentos e prejuízos em plantações — mas o INMET reforça que esse cenário pode mudar conforme as instabilidades evoluam ao longo do dia.

O alerta amarelo é o primeiro de uma escala de três níveis: depois dele, podem ser emitidos alertas laranja (perigo) e vermelho (grande perigo), conforme a gravidade dos eventos previstos. A população é orientada a acompanhar canais oficiais e evitar regiões alagáveis e áreas sob árvores ou estruturas com risco de queda durante a passagem da tempestade.

Cidades atingidas

Além de Lages, o aviso vale para Bocaina do Sul, Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Brunópolis, Campos Novos, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Celso Ramos, Cerro Negro, Correia Pinto, Curitibanos, Frei Rogério, Monte Carlo, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta, Ponte Alta do Norte, Rio Rufino, Santa Cecília, São Cristóvão do Sul, São José do Cerrito, São Joaquim, Urubici, Urupema, Vargem, Zortéa, Anita Garibaldi e Abdon Batista. A lista cobre praticamente toda a Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures), área onde a topografia favorece a formação de tempestades severas em poucas horas.

Como se preparar

A Defesa Civil orienta retirar de áreas externas objetos que possam ser arrastados pelo vento, manter telhados e calhas desobstruídos, e evitar abrigar-se sob árvores durante o temporal. Em zonas rurais, produtores devem checar coberturas de estufas, telhados de aviários e pocilgas, e proteger equipamentos sensíveis. Em casa, ter à mão lanternas, pilhas e carregadores carregados ajuda em caso de queda no fornecimento de energia.

Em situações de emergência, os moradores podem acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. Quem mora em áreas históricas de alagamento deve manter contato próximo com agentes comunitários e verificar previamente rotas de fuga para pontos altos. O alerta amarelo é exatamente o tipo de aviso que pede preparação preventiva: na Serra, um simples aguaceiro pode virar transtorno em poucos minutos.

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