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ALESC: Semana de seminários, audiências públicas e debates regionais

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Esta semana, na Assembleia Legislativa de SC, será marcada por uma intensa programação de eventos promovidos pela Assembleia Legislativa, com atividades voltadas às áreas de turismo, inclusão, saúde, educação, meio ambiente, alorização cultural. Os encontros ocorrem em Florianópolis e em diferentes municípios do estado

 

Capão Alto vai abrigar maior empreendimento avícola da Serra Catarinense com R$ 75 milhões em investimento e 24 galpões de matrizes

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Capão Alto entra de vez para o mapa do agronegócio catarinense. Com aporte inicial estimado em R$ 75 milhões, o município se prepara para receber, no próximo dia 21 de maio, o lançamento do maior empreendimento agroindustrial já anunciado na Serra Catarinense. A nova estrutura, batizada de Granja 7 de Setembro, será voltada à produção de ovos férteis e nasce como peça estratégica para o fortalecimento da avicultura no Sul do Brasil.

O complexo é fruto de uma articulação conduzida pelo Grupo Rossi, que firma parceria comercial direta com a Seara Alimentos Ltda e a JBS para a destinação de toda a produção. A combinação aproxima Capão Alto, até então um município de perfil predominantemente agropecuário tradicional, do circuito de fornecedores de duas das maiores empresas do setor de proteína animal do país.

Negociação levou meses até a confirmação

De acordo com a prefeita Sadiana de Arruda Melo Coelho Lopes, as tratativas com o grupo investidor se estenderam por vários meses até a definição final. “Finalmente batemos o martelo e a granja será instalada em Capão Alto com 24 galpões, dedicados à produção de ovos férteis para fornecimento a incubatórios e produtores de frangos de corte de diversas regiões do Brasil”, afirmou a prefeita, ao detalhar o escopo da operação.

A escolha do município, segundo a gestão local, leva em conta a localização estratégica, a disponibilidade de área rural adequada e a infraestrutura de acesso pelas rodovias estaduais que cortam a Serra Catarinense, fatores considerados decisivos para viabilizar uma operação desse porte.

Capacidade de 48 milhões de ovos por ano

A Granja 7 de Setembro será instalada às margens da SC-390. Cada um dos 24 galpões terá aproximadamente 22 mil metros quadrados de área construída, com capacidade para alojar cerca de 14 mil matrizes. Ao todo, o complexo deverá reunir aproximadamente 230 mil matrizes em plena operação, com produção anual estimada em 48 milhões de ovos férteis destinados aos mercados regional e nacional.

Os ovos produzidos abastecerão incubatórios parceiros e produtores integrados de frangos de corte, dentro de uma cadeia que envolve abate, processamento e exportação. O modelo conecta diretamente a produção primária da Serra Catarinense às plantas industriais que dominam o setor avícola brasileiro.

Geração de empregos em duas fases

A obra deverá movimentar a economia local em duas frentes distintas. Durante a fase de construção, a expectativa é de aproximadamente 100 empregos diretos e ao menos 150 indiretos, beneficiando trabalhadores da construção civil, eletricistas, encanadores, motoristas e fornecedores de materiais da região.

Quando o complexo entrar em plena operação, o quadro fixo deverá contar com cerca de 80 colaboradores diretos. Outros 130 postos indiretos surgirão em atividades de apoio, como logística, manutenção, transporte de insumos, fornecimento de ração e serviços técnicos veterinários.

Impacto para o desenvolvimento regional

Para a administração municipal, o empreendimento representa um marco no esforço de diversificar a base econômica de Capão Alto, historicamente dependente da pecuária e da silvicultura. A entrada de um polo avícola de grande porte abre espaço para arrecadação tributária, formalização de mão de obra e atração de novos investimentos privados.

A iniciativa também reforça o protagonismo da Serra Catarinense na cadeia produtiva da proteína animal de Santa Catarina, um dos principais estados exportadores de carne de frango do mundo. A operação eleva o perfil agroindustrial da região e cria expectativa de novos anúncios no setor nos próximos meses.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.

Lages Shopping Center é adquirido por fundo de investimentos da Ulbrex Capital e ganha reforço estratégico em gestão

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O comércio lageano recebeu nesta semana um anúncio que promete reposicionar um dos principais centros de compras da Serra Catarinense. O Lages Shopping Center foi adquirido em abril por um fundo de investimentos gerido pela Ulbrex Capital, empresa especializada nos mercados imobiliário e de shopping centers. A informação foi divulgada oficialmente nesta quarta-feira (14) e abre um novo capítulo na trajetória do empreendimento, que atende consumidores de Lages e de toda a região serrana.

A entrada da Ulbrex Capital na operação do Lages Shopping Center traz a expectativa de uma série de mudanças na gestão financeira e comercial do espaço. A empresa atua no segmento de fundos imobiliários voltados ao varejo e acumula experiência em ativos de shopping centers em diferentes regiões do país. A combinação entre essa expertise externa e a equipe local, que segue conduzindo as operações cotidianas, é apontada pelo comunicado oficial como o principal pilar dessa nova fase.

Segundo a nota divulgada pelo próprio shopping, a estratégia agora será focada em qualificar e diversificar o mix de lojas. A intenção é tornar o ambiente mais atrativo para os clientes, ampliar a oferta de marcas e modernizar a estrutura. A previsão é de que novos projetos comerciais sejam apresentados ao longo dos próximos meses, à medida que a Ulbrex Capital concluir o planejamento estratégico para o empreendimento.

O Lages Shopping Center é um dos principais polos de varejo, gastronomia, serviços e lazer da Serra Catarinense. Inaugurado há mais de uma década, o espaço integra a rotina de moradores da região e de visitantes que utilizam Lages como centro de compras intermunicipal. Mudanças na gestão tendem a impactar diretamente o ecossistema comercial local, com efeitos sobre lojistas, prestadores de serviço, fornecedores e trabalhadores que dependem da movimentação do shopping.

Para a economia da cidade, a aquisição também sinaliza atratividade. Quando um fundo de investimentos opta por colocar recursos em um shopping de cidade média, ele aposta no potencial de crescimento da região, na recuperação do consumo das famílias e na manutenção do fluxo de visitantes. Lages, que é a maior cidade da Serra Catarinense e referência regional em saúde, educação superior e turismo rural, costuma figurar como praça consolidada em estudos de viabilidade de varejo.

Por outro lado, a chegada de novos investidores cria expectativas entre os lojistas. Reformulações de mix, mudanças no perfil de marcas, ajustes em contratos de locação e novos padrões operacionais geralmente acompanham movimentos como esse. A equipe local foi mantida e seguirá responsável pela operação cotidiana, atuando em conjunto com os representantes da Ulbrex Capital.

O comunicado oficial não detalhou valores envolvidos na transação nem o calendário dos novos projetos. Também não há, até o momento, informações públicas sobre eventual ampliação física do shopping, mudança de marca ou alteração da estrutura corporativa local. As informações devem ser apresentadas ao longo das próximas semanas, conforme o novo grupo gestor consolide sua atuação. Para Lages e para a Serra Catarinense, o desafio agora é converter o anúncio em ganhos concretos para consumidores e empreendedores.

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Alesc aprova fim da obrigação de telefone em caixas eletrônicos e libera parcelamento de poste padrão na conta de luz

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A Comissão dos Direitos do Consumidor e do Contribuinte e de Legislação Participativa da Assembleia Legislativa de Santa Catarina deliberou nesta terça-feira (13) sobre dois projetos de lei que prometem alterar a rotina de quem usa os serviços bancários e elétricos no estado. As duas matérias, de autoria do deputado Matheus Cadorin (Novo), receberam parecer favorável e seguem agora para análise em Plenário.

O primeiro projeto, identificado como PL 674/2025 e relatado pelo deputado Fabiano da Luz (PT), revoga o artigo 7º da Lei estadual nº 12.573/2003. Esse dispositivo obrigava as agências bancárias a manterem aparelhos telefônicos físicos, em local visível, ao lado dos caixas eletrônicos. A linha era destinada a registrar reclamações junto à fundação de proteção e defesa do consumidor.

Para o autor, a tecnologia tornou a exigência ultrapassada. Aplicativos bancários, centrais telefônicas, serviços 0800, chats automatizados e canais digitais já oferecem atendimento gratuito e contínuo aos clientes. Manter telefones físicos, segundo Cadorin, gera custo elevado para as instituições financeiras, abre brechas de segurança nos espaços de autoatendimento e expõe o usuário a riscos de privacidade. O parlamentar defende que esses recursos sejam direcionados a soluções tecnológicas mais modernas, como inteligência artificial, segurança digital e melhoria contínua dos aplicativos.

O relator Fabiano da Luz acompanhou a justificativa e considerou que o projeto atualiza a legislação catarinense diante da transformação digital do setor bancário, sem fragilizar direitos básicos do consumidor. A matéria já havia recebido aval das comissões de Constituição e Justiça, de Finanças e Tributação e de Economia, Ciência, Tecnologia e Inovação. A previsão é de que a proposta vá a votação em Plenário ainda neste mês.

O segundo destaque foi o PL nº 0159/2025, também de autoria de Matheus Cadorin, relatado pelo deputado Marcius Machado (PL). Aprovado por unanimidade em caráter extrapauta, com duas emendas modificativas, o texto autoriza as concessionárias de distribuição de energia elétrica a oferecer, de forma facultativa, o fornecimento e a instalação do padrão de entrada de energia. A inovação é a possibilidade de o consumidor parcelar o valor diretamente na fatura mensal.

O padrão de entrada, conhecido popularmente como poste padrão, é a estrutura obrigatória para ligação de energia elétrica em qualquer imóvel residencial ou comercial. Hoje, esse serviço normalmente exige contratação de eletricista, compra de materiais específicos e desembolso imediato, o que cria barreira financeira para famílias de baixa renda em momentos de regularização do imóvel ou de troca da entrada antiga.

Com a aprovação na comissão, concessionárias como a Celesc poderão executar o serviço diretamente e diluir o pagamento ao longo dos meses, junto da fatura de energia. Para o relator Marcius Machado, a proposta tem grande alcance social, amplia o acesso regularizado à eletricidade e oferece uma alternativa de mercado mais acessível à população. O projeto agora aguarda análise das demais comissões e posterior votação no Plenário catarinense.

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Deputado Marcius Machado recua e suspende projeto da pista de atletismo no estádio Tio Vida em Lages

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O deputado estadual Marcius Machado anunciou nesta semana o recuo definitivo no projeto que pretendia transformar o estádio Vidal Ramos Júnior, conhecido em Lages como Tio Vida, em uma estrutura com pista de atletismo profissional de oito raias. A decisão veio após semanas de pressão de torcedores e dirigentes do futebol local, em um cenário que já incluía o anúncio de um segundo projeto, supostamente complementar, para minimizar os impactos da proposta original.

A ideia inicial do parlamentar previa a construção da pista com certificação internacional da World Athletics, troca do gramado natural por um sintético e demolição de parte da arquibancada. Esse último ponto foi o que mais incomodou a comunidade ligada ao Inter de Lages: a capacidade do estádio seria reduzida em três mil lugares, exatamente no momento em que o clube projeta disputar o Campeonato Catarinense em 2027 e tenta consolidar uma estrutura de jogos profissionais.

Diante da reação contrária, o deputado lançou um segundo projeto, que falava em ampliar arquibancadas e construir novos vestiários. A proposta, porém, escancarou as dúvidas sobre o cronograma. Sem licitação aberta, sem estudos finalizados e em pleno ano eleitoral, ficou difícil sustentar o argumento de que duas obras complexas seriam entregues a tempo da volta do Inter à elite estadual. Os bastidores políticos passaram a questionar inclusive o que aconteceria caso o parlamentar não fosse reeleito em 2026.

Em áudio compartilhado nas redes nesta terça-feira, Marcius Machado decidiu encerrar a polêmica. “O projeto está suspenso. Construam e reformem como quiserem. Eu não vou mais me envolver com isso aí”, disse o deputado, retirando o nome da proposta original. A pista de oito raias e a substituição do gramado por sintético, segundo ele, ficam definitivamente fora dos planos.

O parlamentar também anunciou que a pista de atletismo migra agora para um futuro Parque da Cidade, equipamento que ainda não foi formalmente anunciado pela Prefeitura. A informação foi creditada à gestão da prefeita Carmen Zanotto, mas até o momento não há divulgação pública sobre o projeto, o local exato, os recursos ou o calendário de execução do parque.

A Torcida Organizada do Inter de Lages, que liderou as manifestações contra as alterações no estádio, comemorou a decisão. Para o grupo, a mobilização foi decisiva para que o impacto sobre a capacidade do estádio fosse evitado e que o clube tivesse condições mínimas de receber jogos de maior porte. O presidente da Câmara de Lages, vereador Maurício Batalha Machado, reforçou o argumento técnico, ao defender que estádios não são espaços adequados para atletismo, que exige local próprio com características específicas.

O episódio expôs as fragilidades de projetos esportivos lançados sem consenso prévio com os clubes e sem detalhamento orçamentário. Para os bastidores do futebol lageano, o recuo do deputado evita um problema maior: herdar um estádio em obras, com capacidade reduzida e sem garantia de conclusão, no momento em que o Inter tenta voltar ao protagonismo regional.

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial.

Lages amanhece com 1°C e geada cobre Amola Faca e bairro da Penha nesta terça-feira

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A Serra Catarinense viveu o segundo amanhecer mais gelado do mês nesta terça-feira (12), e Lages despertou com um espetáculo de gelo nos campos. Os termômetros marcaram 1°C durante a madrugada e a manhã trouxe uma camada de geada cobrindo pastagens, telhados e cercas em diferentes pontos do município. O cenário branco transformou a paisagem da região, especialmente nas áreas rurais.

As imagens mais marcantes vieram da localidade de Amola Faca, na divisa entre Lages e Correia Pinto, e do bairro da Penha, dentro do perímetro urbano. Em ambos os pontos, moradores registraram tapetes de cristais de gelo formados durante a noite, quando a temperatura desabou sob o efeito de uma massa de ar frio que avançou pelo Sul do país. A umidade depositada no solo congelou e desenhou uma cobertura branca que durou as primeiras horas do dia.

O fenômeno é típico do outono na Serra, mas chamou atenção pela intensidade fora de época. Maio começou com temperaturas abaixo da média histórica e as primeiras geadas fortes do ano já apareceram em Urupema, São Joaquim e Bom Jardim da Serra. Em Lages, a sensação térmica seguiu próxima de zero nos primeiros minutos após o nascer do sol, levando moradores a recorrerem a casacos pesados e camadas extras de roupa.

Produtores rurais da região acompanham o cenário com atenção. A geada pode causar danos em hortaliças, pastagens e plantações que ainda estão em campo. Técnicos da área agropecuária recomendam atenção especial à proteção de animais e culturas sensíveis ao frio, principalmente nos próximos dias, quando a previsão indica novas mínimas negativas na Serra.

O frio intenso também impacta o turismo. As cidades serranas, incluindo Lages, registram aumento na procura por hospedagem em pousadas e hotéis de campo, com viajantes em busca de café colonial, lareiras acesas e paisagens cobertas de geada. Restaurantes locais já preparam cardápios de inverno com pinhão, vinho quente e pratos típicos da culinária serrana.

A defesa civil municipal reforçou orientações para a população. Idosos, crianças e pessoas com problemas respiratórios precisam de atenção redobrada. O uso de aquecedores deve ser feito com cautela, mantendo distância de cortinas e materiais inflamáveis, e a ventilação dos ambientes não pode ser totalmente bloqueada. Quem dorme em casas com pouco isolamento térmico deve evitar acender lampiões a gás ou queimar carvão dentro dos cômodos.

A previsão para o restante da semana segue com manhãs geladas e tardes amenas. Massas de ar frio devem continuar atingindo a Serra Catarinense, prolongando o cenário de geadas e temperaturas próximas de zero grau em Lages e em todos os municípios do entorno.

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Prefeitura de Lages reúne GRAC para planejar ações preventivas diante do El Niño

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A Prefeitura de Lages convocou para os próximos dias uma reunião do Grupo de Ações Coordenadas (GRAC) com o objetivo de reforçar o planejamento preventivo diante dos possíveis efeitos do El Niño no município. O encontro busca alinhar, entre diferentes órgãos e entidades, as medidas de monitoramento e resposta para reduzir riscos e dar mais segurança às famílias, principalmente as que vivem em áreas consideradas vulneráveis.

A reunião está marcada para quinta-feira (14), às 16h, no gabinete da prefeita. A condução ficará a cargo da própria prefeita e do secretário executivo da Proteção e Defesa Civil do município, que coordena as ações do GRAC e o acompanhamento diário das condições do tempo. A expectativa é que representantes de secretarias municipais e instituições parceiras participem para definir responsabilidades e fluxos de atuação.

O que muda com o El Niño

O El Niño é um fenômeno associado ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico que, em geral, altera o regime de chuvas e temperaturas em diferentes regiões. Para Santa Catarina, a tendência é de maior instabilidade, com aumento da frequência de temporais e volumes mais elevados de precipitação em períodos específicos, além de temperaturas acima da média em alguns meses.

Com base em análises de especialistas e discussões recentes em fóruns técnicos, o cenário apresentado para 2026 indica que os sinais do fenômeno podem se intensificar já a partir do inverno, com possibilidade de influência mais clara a partir de julho. Também há indicação de probabilidade elevada de formação do evento entre junho e agosto, com chance de fortalecimento na primavera, período em que normalmente crescem os riscos de chuva forte e episódios severos.

Prevenção e resposta integrada

O objetivo do GRAC é reunir diversos setores em uma mesma mesa para combinar ações antes que ocorrências mais graves se concretizem. Esse tipo de planejamento inclui, por exemplo, revisão de pontos críticos de alagamento, rotas de atendimento emergencial, organização de equipes para ocorrências de destelhamentos e queda de árvores, além de estratégias de comunicação para que a população receba orientações com rapidez.

Também entra no planejamento o acompanhamento de áreas de risco e a definição de protocolos para situações de enxurradas e alagamentos, que costumam exigir resposta coordenada entre Defesa Civil, serviços públicos, assistência social e saúde. A intenção é reduzir o tempo de reação e evitar que pequenas ocorrências se transformem em problemas maiores.

Para a população, a principal recomendação é acompanhar os alertas oficiais e adotar medidas preventivas quando houver previsão de tempo severo, como evitar transitar por vias alagadas, manter calhas e ralos desobstruídos e ficar atento a sinais de movimentação de encostas em locais suscetíveis. Com o planejamento antecipado, o município busca atravessar os próximos meses com mais preparo e capacidade de resposta.

Foto: Prefeitura de Lages

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Sessão especial na Alesc marca centenário da Ponte Hercílio Luz com homenagens e exposição

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A Assembleia Legislativa de Santa Catarina realiza uma sessão especial na terça-feira (12) para celebrar os 100 anos da Ponte Hercílio Luz, símbolo histórico e arquitetônico do estado. A iniciativa é conduzida pelo deputado Marcos Vieira (PSDB) e integra a programação comemorativa do centenário da estrutura.

A Ponte Hercílio Luz foi oficialmente inaugurada em 13 de maio de 1926 e, ao longo de décadas, se consolidou como ligação entre a Ilha e o Continente, além de cartão-postal do estado. A sessão deve reunir autoridades, familiares, trabalhadores envolvidos na construção e na manutenção da ponte e convidados ligados à preservação do patrimônio.

História, reconhecimento e personagens

Entre os nomes lembrados, a solenidade prevê destaque para profissionais que dedicaram parte significativa da vida à estrutura. Um dos exemplos citados na programação é o de um trabalhador que atuou durante a trajetória profissional na ponte e chegou ao posto de mestre de obras, refletindo a dimensão humana por trás de um marco de engenharia.

Também estão previstas homenagens a familiares do ex-governador Hercílio Luz, cuja liderança esteve ligada ao avanço do projeto no início do século passado. A narrativa histórica resgata que as ideias ganharam corpo a partir do fim da década de 1910, com o projeto avançando nos anos seguintes e as obras começando em 1922.

Engenharia, aço e restauração

Do ponto de vista técnico, a ponte se destacou por soluções de engenharia que a tornaram referência internacional. Relatos históricos apontam a importação de cinco mil toneladas de aço dos Estados Unidos, trazidas ao estado em quatro navios, para viabilizar a construção de um empreendimento de grande escala para a época.

Décadas depois, a estrutura enfrentou um longo período de interdição: a ponte foi fechada ao tráfego em 1982 e só voltou a ser utilizada em 2019, após uma ampla restauração. Nesse processo, houve substituição de cerca de 40% da estrutura metálica, etapa decisiva para garantir segurança e prolongar a vida útil do patrimônio.

Exposição, livro e documentário

A programação comemorativa inclui exposição fotográfica e a apresentação do livro “Ponte Hercílio Luz – uma ligação de amor”. Outro atrativo é uma réplica com 1,80 metro de comprimento, que ficará exposta no hall da Assembleia de 12 a 22 de maio. Além disso, a Diretoria de Comunicação prepara conteúdos especiais, como documentário para a TV ALESC e reportagem temática.

Com homenagens, memória e atividades culturais, a programação reforça o papel da ponte como referência de identidade catarinense e patrimônio preservado para as próximas gerações.

Foto: Agência AL/Alesc

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Entrevero Summit 2026 traz inovação, negócios e startups para Lages no dia 16 de maio

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Lages se prepara para receber um dos eventos mais esperados do ecossistema de inovação catarinense em 2026. O Entrevero Summit chega à cidade no dia 16 de maio, com atividades presenciais previstas das 8h às 21h, reunindo empreendedores, estudantes, investidores e entusiastas da economia criativa em uma maratona de conexões, palestras e oportunidades de negócio.

A escolha de Lages como sede reforça o protagonismo da Serra Catarinense no mapa da inovação do estado. Nos últimos anos, o município tem ampliado a oferta de espaços de coworking, programas de aceleração de startups e ações de fomento ao empreendedorismo, em parceria com universidades, entidades empresariais e o setor público.

Programação concentrada em um único dia

A edição de 2026 será realizada em formato de imersão. Em apenas um dia, o público terá acesso a painéis, debates, sessões de networking e ativações em diferentes trilhas temáticas. O local exato dentro de Lages ainda será divulgado pela organização, mas a expectativa é que a estrutura siga o padrão das edições anteriores, com salas paralelas e arena central.

A última edição reuniu centenas de participantes em busca de conteúdo qualificado e novas conexões para impulsionar projetos no estado. A proposta é manter esse formato dinâmico, conciliando palestras com referências nacionais e cases de empreendedores que já encararam o desafio de transformar ideias em negócios consolidados.

Inscrições e expectativas

Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Sympla, e a organização recomenda garantir o lugar com antecedência, considerando a procura nas edições passadas. O evento é aberto a quem deseja investir em qualificação, entender tendências do mercado e ampliar contatos profissionais dentro de um ambiente com forte presença de fundos de investimento, mentores e gestores experientes.

Para o comércio, gastronomia e hotelaria local, o Entrevero Summit também representa uma data estratégica. Eventos desse porte movimentam restaurantes, pousadas, hotéis e serviços de transporte da cidade, gerando impacto direto na economia em um período tradicionalmente mais tranquilo no calendário lageano, entre o final do outono e o início do inverno serrano.

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Festival Santa Catarina Canta abre inscrições gratuitas e terá seletiva regional em Lages

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Quem sonha em subir ao palco para interpretar canções brasileiras tem uma nova oportunidade em 2026. Estão abertas as inscrições para o Festival Santa Catarina Canta, iniciativa estadual que busca revelar intérpretes e valorizar talentos de diferentes estilos musicais. A participação é gratuita e pode ser feita por candidatos de todas as regiões de Santa Catarina.

Foto: Prefeitura de Lages

O processo de inscrição ocorre exclusivamente pela plataforma oficial do evento e segue aberto até o dia 15 de maio. A organização orienta que os interessados preencham os dados com atenção, já que o regulamento prevê etapas presenciais e critérios específicos de avaliação ao longo do calendário. A expectativa é reunir participantes de diferentes cidades, com apresentações ao vivo em seletivas regionais.

Duas categorias e etapas presenciais

O festival mantém duas modalidades de participação. A categoria infantojuvenil é voltada para crianças e adolescentes de 8 a 15 anos completos. Já a categoria geral é destinada a participantes a partir de 16 anos. Em ambas, a proposta é destacar a capacidade interpretativa e a presença de palco, além de incentivar a circulação de música brasileira em espaços culturais.

Após o período de inscrições, o Festival Santa Catarina Canta segue para a primeira grande fase: um circuito com 23 seletivas regionais, distribuídas em diferentes municípios catarinenses. Nesses encontros, os candidatos se apresentam ao vivo e concorrem a vagas para as etapas seguintes. A dinâmica pretende aproximar o festival do público local e reduzir a necessidade de deslocamentos longos já no início da disputa.

Lages recebe etapa regional da Amures

Na Serra Catarinense, Lages será um dos palcos da competição. A etapa regional da Amures está marcada para o dia 11 de junho e acontecerá no teatro Marajoara. O evento deve reunir intérpretes da região e também atrair familiares, amigos e apreciadores de música, fortalecendo a agenda cultural local e movimentando o centro da cidade.

Os classificados nessa seletiva avançam para as próximas fases do festival, que culminam na grande final em Florianópolis. Para a organização, o modelo descentralizado ajuda a dar visibilidade a artistas de diferentes realidades e incentiva a formação de novas plateias em todo o estado, criando uma vitrine para vozes que muitas vezes atuam apenas em circuitos regionais.

O Festival Santa Catarina Canta é promovido pelo Governo de Santa Catarina, com participação institucional da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e apoio artístico da Camerata Florianópolis. A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da produção cultural catarinense e à criação de oportunidades para novos talentos.

Com o prazo final se aproximando, quem pretende participar deve organizar a inscrição o quanto antes, garantindo que toda a documentação e os dados solicitados estejam completos. A etapa em Lages promete ser uma das mais concorridas da Serra, consolidando o município como ponto importante do roteiro cultural estadual em 2026.

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