LAGES — A organização da 36ª Festa Nacional do Pinhão definiu um novo formato para a comercialização de bebidas em 2026: uma empresa foi escolhida para operar com exclusividade a venda de energéticos e cerveja nos espaços oficiais do evento. A medida vale tanto para o Parque de Exposições Conta Dinheiro quanto para as áreas centrais onde ocorre parte da programação, e busca padronizar o atendimento, reduzir improvisos e garantir o abastecimento ao longo dos dias de festa.
Na prática, isso significa que, durante o período da celebração, apenas uma linha de produtos dessas categorias poderá ser vendida dentro das estruturas organizadas oficialmente. A intenção é concentrar a logística e o suporte operacional em um único fornecedor, com pontos de atendimento distribuídos nos principais locais de fluxo. Quem frequenta o evento deve perceber a mudança em detalhes como cardápio, sinalização, distribuição de bares e o abastecimento de estoques.
Período e locais de operação
A Festa do Pinhão 2026 está programada para ocorrer entre 22 de maio e 7 de junho, com atividades em diferentes pontos de Lages. A operação comercial será organizada para atender tanto a programação no Parque Conta Dinheiro quanto os espaços do Centro, onde historicamente o evento concentra parte das atrações culturais e gastronômicas. A expectativa dos organizadores é que a centralização facilite a gestão de equipes, o controle de qualidade e a reposição rápida, principalmente em dias de maior movimento.
Além do impacto na experiência do público, a mudança também afeta o planejamento de empreendedores e fornecedores que atuam no evento. Com a exclusividade, ficam definidos os limites do que pode ser comercializado dentro das áreas oficiais nessas duas categorias, enquanto outros itens — como produtos regionais e opções gastronômicas — seguem integrando o conjunto de atrações, especialmente em espaços dedicados à culinária local.
Gastronomia e impacto na economia local
Mesmo com a exclusividade para energéticos e cerveja, a programação gastronômica do evento deve manter uma vitrine para itens característicos da Serra Catarinense. A ideia é preservar a diversidade que costuma atrair moradores e visitantes, com opções que valorizem a produção regional e os sabores associados ao período de outono e inverno. Para a economia local, a festa segue como um dos principais motores sazonais: movimenta hotelaria, bares, restaurantes, serviços e o comércio em geral.
Nos bastidores, a escolha do fornecedor também passa por metas operacionais: garantir padrão de atendimento, ampliar a capacidade de serviço em horários de pico e reduzir falhas de abastecimento. Se o modelo funcionar, a experiência pode se refletir em filas menores, maior previsibilidade para o público e uma organização mais simples para quem trabalha no evento. Para quem pretende participar, a recomendação é acompanhar a divulgação da programação oficial e dos mapas de espaços, que devem detalhar a distribuição das áreas de shows, gastronomia e pontos de venda.


