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Passo a passo: como cidadãos e empresas podem acompanhar processos e licitações do Estado pela internet

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Imagem: SEA

Plataformas digitais permitem o acesso a serviços, tramitações de documentos de forma online. Com elas, tanto o cidadão comum quanto empresas e servidores públicos podem acompanhar demandas, consultar compras públicas e solicitar serviços sem precisar sair de casa.

Saiba como utilizá-los:

1. Acompanhamento de Processos Digitais (SGP-e)

O Sistema de Gestão de Processos Eletrônicos (SGP-e) é a plataforma oficial por onde tramitam os documentos e processos administrativos do Governo do Estado. Se você protocolou algum pedido, recurso ou ofício em qualquer órgão estadual, é por aqui que o acompanhamento deve ser feito.

  • Como acessar: Acesse o Portal Externo do SGP-e (portal.sgpe.sea.sc.gov.br/portal-externo/atendimento).
  • Como consultar: Na página inicial, basta inserir o número do processo ou o CPF/CNPJ vinculado à solicitação na barra de pesquisa. O sistema mostrará em qual setor o documento se encontra e o histórico de movimentações.
  • Para quem é útil: Cidadãos que solicitaram serviços nos órgãos estaduais, empresas com processos em andamento e servidores públicos.

2. Acompanhamento de compras do Estado

Ambiente virtual onde ocorrem as aquisições e contratações do Estado. A plataforma é dividida de acordo com o perfil do usuário, garantindo transparência e facilitando o acesso a oportunidades de negócio.

  • Como acessar: O portal pode ser acessado neste link
  • Fornecedores podem consultar os editais abertos, pregões eletrônicos, cotações em andamento e manuais de como se cadastrar para vender ou prestar serviços para os órgãos estaduais. 
  • Horário de atendimento: Das 8:00 às 19:00
  • Contatos para mais informações clique aqui

3. Serviços de Saúde e Perícia (Para o Servidor Público)

Os servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado de Santa Catarina também possuem canais exclusivos para o gerenciamento de suas demandas de saúde e vida funcional.

  • SC Saúde: Através do portal oficial (scsaude.sea.sc.gov.br), o segurado pode consultar a rede credenciada, emitir a segunda via do boleto, acessar o demonstrativo de despesas para o Imposto de Renda e agendar atendimentos.
  • Perícia Médica (Saúde e Segurança do Servidor): As solicitações relacionadas à saúde do servidor e agendamentos de perícia médica podem ser consultadas diretamente na aba de serviços ao servidor no portal da Secretaria de Estado da Administração, que lista os contatos de todas as regionais (de Florianópolis ao Oeste).

Canais de Atendimento da Secretaria de Estado da Administração

Em caso de dúvidas sobre a utilização dos sistemas, a Secretaria de Estado da Administração disponibiliza canais diretos de contato para orientação técnica:

  • Horário de atendimento: De segunda a sexta-feira, das 13h às 19h.
  • Telefone geral: (48) 3665-1400
  • Mais informações: Acesse o portal oficial em www.sea.sc.gov.br



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Para não cair em comunicados falsos, consumidores devem consultar os canais oficiais da Casan

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Foto: Divulgação / Casan

A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) orienta os consumidores a consultarem sempre os Canais Oficiais da Companhia para obter informações atualizadas e confiáveis sobre o abastecimento de água.

Comunicados sobre interrupções no fornecimento de água podem ser acessados diretamente no portal e também por meio de notificações enviadas pelo aplicativo Casan, disponível para dispositivos Android e iOS.

Para mais orientações ou solicitação de serviços, os consumidores podem entrar em contato com a Central de Atendimento pelos telefones 0800 048 0115 (também disponível via WhatsApp) e 0800 643 0195.



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Passo a passo para evitar fraudes e pagar o IPVA com segurança em Santa Catarina

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Foto: Roberto Zacarias / SecomGOVSC

O calendário de pagamento do IPVA em Santa Catarina se estende entre os meses de janeiro e dezembro, com datas definidas conforme o final da placa do veículo. 

As alíquotas são de 2% para carros e utilitários nacionais ou estrangeiros e 1% para motocicletas e similares, veículos utilizados no transporte de carga/passageiros e os destinados à locação. 

A base de cálculo do IPVA é o valor de mercado do veículo e leva em conta a tabela Fipe – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. 

Formas de pagamento

O contribuinte tem três alternativas para o pagamento do IPVA em SC:

Cota única: o imposto deve ser quitado até o final de cada mês, de acordo com o final de cada placa – placa com final 9, por exemplo, vai até 30 de setembro.

Parcelamento em três vezes sem juros: o pagamento da 1ª cota deve ocorrer até o dia 10 de cada mês, de acordo com o final de cada placa – placa com final 0, por exemplo, têm até o dia 10 de outubro para pagar a primeira parcela.

Parcelamento em até 12 vezes pelo cartão de crédito: pagamento por meio de uma empresa credenciada. Esta opção se dá por operação financeira semelhante a um empréstimo e tem incidência de custos de financiamento, incluindo juros e demais encargos acrescidos às parcelas.

Pagamento via PIX – Atenção aos golpes

Os catarinenses também podem pagar o IPVA utilizando o PIX. Para gerar seu QR Code PIX, o cidadão deverá utilizar apenas o Detran Digital, sistema oficial de pagamento do Detran/SC. 

Acesse o Detran Digital

O acesso ao Detran Digital só é permitido com o login VIA GOV.BR, uma exigência que ajuda a diferenciar o sistema oficial de sites falsos criados para golpes.

A SEF/SC e o Detran/SC não enviarão QR Code PIX por qualquer canal – não será enviado e-mail nem SMS com o código do PIX. Caberá sempre ao cidadão emitir seu próprio QR Code por meio do Detran Digital. 

Pagamento destinado à Secretaria de Estado da Fazenda

Após a leitura do QR Code com o aplicativo de banco ou instituição de pagamento, aparecerá a informação de que o pagamento é destinado à Secretaria de Estado da Fazenda, em conta do Banco do Brasil S.A., no CNPJ nº 82.951.310/0001-56. 

Se aparecer outro destinatário, interrompa o pagamento! 

Dúvidas? Acesse o guia com todos os procedimentos para pagar seu IPVA via PIX.

Calendário de pagamento do IPVA 2026

FINAL PLACA 1ª COTA 2ª COTA 3ª COTA COTA ÚNICA LICENCIAMENTO
1 10 JAN 10 FEV 10 MAR 31 JAN 31 MAR
2 10 FEV 10 MAR 10 ABR 28 FEV 30 ABR
3 10 MAR 10 ABR 10 MAI 31 MAR 31 MAI
4 10 ABR 10 MAI 10 JUN 30 ABR 30 JUN
5 10 MAI 10 JUN 10 JUL 31 MAI 31 JUL
6 10 JUN 10 JUL 10 AGO 30 JUN 31 AGO
7 10 JUL 10 AGO 10 SET 31 JUL 30 SET
8 10 AGO 10 SET 10 OUT 31 AGO 31 OUT
9 10 SET 10 OUT 10 NOV 30 SET 30 NOV
0 10 OUT 10 NOV 10 DEZ 31 OUT 30 DEZ

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Fazenda

Informações para contribuintes:
0800 048 1515 (segunda a sexta, das 13h às 18h)

Informações para imprensa:
Rosane Felthaus (48) 3665-2504
Roelton Maciel (48) 3665-2504
ascom@sef.sc.gov.br



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O que é a faixa de domínio e por que ela é essencial para a segurança nas rodovias

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Faixa de domínio é a área às margens da rodovia que garante proteção aos usuários, espaço para intervenções futuras e preservação ambiental – Foto: Roberto Zacarias/SecomGOVSC

Quem trafega pelas rodovias estaduais de Santa Catarina certamente já notou as faixas de grama, acostamentos e áreas vazias que margeiam o asfalto. Mas você sabe qual é a função desse espaço e por que ele é tão importante para a infraestrutura viária? A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (SIE) explica: essa região é chamada de faixa de domínio, e sua existência é fundamental para a segurança, a manutenção, bem como o futuro das estradas catarinenses.

Afinal, o que é a faixa de domínio?

A faixa de domínio é a área de terra que compreende toda a pista da rodovia, incluindo faixa de rolamento, canteiros, acostamentos, taludes, canaletas de drenagem e faixas laterais. Ela se estende ao longo de toda a extensão da rodovia, delimitada por cercas, marcos ou divisas registradas em cartório.

Em termos práticos, é o terreno que o Estado reserva e desapropria (quando necessário) para construir, operar e conservar a estrada. Nenhum particular pode ocupar ou construir nessa área sem autorização expressa da SIE, sob pena de multa e remoção forçada.

Por que é tão importante?

A manutenção e o respeito a essa área trazem benefícios diretos para quem usa a rodovia e para as comunidades do entorno. Veja os principais:

Segurança viária: Oferece espaço para veículos pararem em emergências (acostamento) e evita que obstáculos (árvores, construções, postes) fiquem muito próximos da pista, reduzindo danos em caso de saída de via.

Futuras melhorias: Facilita duplicações, terceiras faixas, viadutos e rotatórias sem a necessidade de novas desapropriações.

Drenagem e estabilidade: Abriga sistemas de escoamento de águas pluviais, evitando enchentes, erosões e deslizamentos nas margens da rodovia.

Preservação ambiental: Funciona como corredor ecológico e área de amortecimento entre a pista e propriedades vizinhas, reduzindo ruídos e impactos ambientais.

Manutenção programada: Dá acesso seguro para equipes de conserva (poda, limpeza de canaletas, reparos de cercas) sem interferir no tráfego.

Faixa de domínio compreende a área da pista, acostamento e adjacências – Foto: Guilherme Bento/SecomGOVSC

O que pode e o que não pode na faixa de domínio?

Para garantir a segurança e a funcionalidade, a SIE segue a legislação vigente (em especial o Código de Trânsito Brasileiro). Em resumo:

Permitido (mediante termo de permissão da SIE): travessia de utilidade pública (água, luz, esgoto, telecomunicações) quando não houver alternativa, acesso de propriedades rurais, comerciais, industriais e residenciais, bem como dutos de combustíveis com projetos aprovados.

Proibido (independentemente de autorização): construir residências, comércios, muros, postes de iluminação particular, plantações permanentes, depósitos de materiais, assim como qualquer estrutura que invada a área pública.

A SIE realiza vistorias periódicas e monitoramento para identificar sobretudo ocupações irregulares na faixa de domínio. Quando encontradas, as secretarias municipais bem como a Procuradoria-Geral do Estado são acionadas para notificar os infratores e promover a desocupação, se necessário.

ASCOM | SIE
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade



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Para combater o caruru-gigante, produtor deve fazer manejo precoce na lavoura

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Foto: Divulgação / Cidasc

O caruru-gigante (Amaranthus palmeri) é uma planta invasora com alto potencial de disseminação e difícil controle. Pertencente a uma espécie distinta daquela que popularmente é chamada de caruru, ela cresce com grande rapidez e atinge maior altura, competindo com a lavoura na absorção dos nutrientes e prejudicando a incidência solar sobre o plantio. 

Diante de tais características, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) recomenda aos produtores atenção e monitoramento constante na lavoura. Se não houver a detecção precoce da presença do caruru-gigante, essa espécie invasora pode se disseminar e prejudicar a produtividade de culturas como soja, milho e algodão.

Como identificar o caruru-gigante?

Planta masculina de Amaranthus palmeri – Foto: Diogo Deoti/DedevCidasc

O caruru-gigante pode ser confundido com outras espécies do mesmo gênero, mas algumas características ajudam na identificação: 

  • crescimento rápido e porte elevado;
  • alta capacidade de produção de sementes;
  • forte competição com culturas agrícolas; e
  • dificuldade de controle, com resistência múltipla a herbicidas

Em caso de suspeita, o produtor deve notificar a Cidasc em sua região e buscar o apoio técnico de profissional capacitado. Com as estratégias de manejo corretas e eliminação das plantas invasoras de forma precoce, é possível controlar a praga. 

O controle do caruru-gigante é uma ação necessária para garantir a rentabilidade no campo e uma boa oferta de alimentos para a população urbana. 

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação – Cidasc
Fone: (48) 3665 7000
ascom@cidasc.sc.gov.br
Ouvidoria: 0800 644 8500



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Como fazer sua matrícula para estudar na rede estadual de ensino de Santa Catarina

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Foto: Ricardo Trida / SecomGOVSC

O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Educação (SED), inicia o cronograma de matrículas muito antes do ano letivo seguinte. As primeiras etapas são a de rematrículas e as das transferências, internas e externas, para alunos da mesma rede e das redes municipais catarinenses, respectivamente.

Depois, são abertos três períodos de matrículas para estudantes que desejam ingressar na rede estadual de ensino. Nesta etapa, em todas as unidades escolares, independentemente do número de vagas, há um sorteio regulamentado pelo edital publicado previamente no site da SED. A pré-matrícula online é feita no site matriculaonline.sed.sc.gov.br, utilizando o cadastro do gov.br.

As inscrições são homologadas posteriormente na unidade escolar e no site, contendo o número da inscrição, nome do candidato e a etapa em que foi inscrito. Após esta etapa, o sorteio eletrônico das vagas é realizado e a lista dos sorteados poderá ser consultada no site matriculaonline.sed.sc.gov.br no mesmo dia.

É fundamental que os pais ou responsáveis legais apresentem os documentos abaixo nos períodos preestabelecidos para garantir a efetivação da matrícula. Veja a lista:

a) Cópia da certidão de nascimento/ Carteira de Identidade do estudante;
b) Cópia do CPF do estudante;
c) Histórico Escolar (no máximo até 30 dias após o início do ano letivo que está por vir);
d) Atestado de Frequência com indicação do ano/etapa que o(a) estudante estava frequentando no ano anterior;
e) Cópia do comprovante de residência atualizado (até três meses);
f) 1 foto 3×4 (opcional);
g) Carteira de Vacinação e/ou declaração da Unidade Básica de Saúde;
h) Cópia do CPF do Pai/Mãe ou responsável legal. O responsável deverá comparecer à unidade preterida no prazo informado no edital e respeitar os critérios estabelecidos (documentação e zoneamento).

Além da entrega da documentação, os responsáveis devem respeitar os critérios de zoneamento, ou seja, a prioridade é dada às escolas mais próximas da residência ou do local de trabalho de cada um.

Na impossibilidade da apresentação dos documentos indicados no período informado, o candidato perderá o direito à vaga pleiteada, podendo participar dos outros períodos de pré-matrícula.

Segundo e terceiro período

Para os estudantes que não conseguirem matricular-se no primeiro período de matrículas, há outros dois. No segundo, os responsáveis deverão entregar, na unidade escolar, as cópias dos mesmos documentos originais solicitados no primeiro período.

Quem ainda não tiver sido contemplado, poderá participar do último período de matrícula realizado diretamente nas escolas que oferecerem vagas remanescentes. Geralmente, este período ocorre logo antes do início do ano letivo.



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Saiba como receber alertas e adotar medidas de autoproteção diante de fenômenos climáticos adversos

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Foto: Thiago Kauê / SecomGOVSC

A informação é uma das principais ferramentas de prevenção diante de eventos climáticos. Fenômenos climáticos, como o El Niño quando ocorre em alta intensidade, podem provocar eventos extremos. Por isso, a população deve buscar informação, orientação e solicitar envio de alertas, nos canais oficiais da Defesa Civil de Santa Catarina. Com essas ferramentas, os cidadãos podem acompanhar as condições meteorológicas, identificar situações de risco e adotar medidas de autoproteção com antecedência. 

Como receber os alertas da Defesa Civil

A população pode acompanhar as informações e os avisos emitidos pela Defesa Civil por diferentes plataformas.

  • SMS: O cadastro é gratuito. Basta enviar uma mensagem de texto com o número do CEP para o telefone 40199. A partir da confirmação do cadastro, o usuário passa a receber alertas referentes à região informada.
  • WhatsApp: Os alertas também podem ser recebidos pelo WhatsApp. O acesso é feito por meio do serviço oficial da Defesa Civil, onde um assistente virtual orienta o cidadão durante todo o processo de cadastro. Disponível neste link: https://whatsapp.com/channel/0029VagXA5V3GJP04QTwmx0j
  • Defesa Civil Alerta (Cell Broadcast): O sistema de transmissão via Cell Broadcast envia mensagens diretamente para os celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio. Os alertas são utilizados em situações de perigo iminente ou emergência e alcançam todos os aparelhos compatíveis conectados às redes de telefonia móvel na área afetada.
  • Site e redes sociais: A Defesa Civil também publica diariamente previsões meteorológicas, boletins, avisos e orientações em seus canais oficiais, permitindo que a população acompanhe a evolução das condições climáticas e as recomendações para cada situação.

Como se proteger em situações de risco

A preparação antecipada é um dos principais fatores para reduzir riscos durante eventos adversos. Entre as orientações da Defesa Civil estão:

  • verificar se a residência ou o local de trabalho está situado em área sujeita a alagamentos, enxurradas, deslizamentos ou outros riscos naturais;
  • acompanhar apenas informações divulgadas pelos canais oficiais, evitando compartilhar conteúdos sem confirmação;
  • procurar a Defesa Civil do município para obter informações específicas sobre as áreas de risco e os planos de contingência.

Em caso de emergência

Ao identificar uma situação de risco ou precisar de orientação, a população deve entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199. Em situações que representem risco imediato à vida, também é importante acionar os demais órgãos de emergência, como o Corpo de Bombeiros Militar, pelo telefone 193.

A adoção de medidas preventivas e o acompanhamento dos alertas oficiais contribuem para proteger vidas, reduzir danos e fortalecer a capacidade de resposta da população diante de eventos climáticos extremos.



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População pode contribuir com a manutenção dos estoques seguros de sangue

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Foto: Marco Favero / Arquivo / SecomGOVSC

O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) convida a população catarinense a contribuir para a manutenção dos estoques de sangue. As doações espontâneas tornam-se essenciais para garantir o atendimento aos pacientes em toda Santa Catarina.

A doação de sangue é essencial para garantir o atendimento de pacientes submetidos a cirurgias, tratamentos oncológicos, transplantes, acidentes e outras situações de urgência. Uma única doação de sangue pode beneficiar até quatro pessoas, tornando o gesto um ato simples, rápido e capaz de salvar vidas.

O sangue não tem substituto e manter os estoques em níveis adequados depende da participação contínua da população. Mesmo quem não conhece seu tipo sanguíneo pode doar, já que a identificação é realizada durante o processo, contribuindo para que pacientes em todo o estado tenham acesso às transfusões de que necessitam.

Como fazer para doar sangue

Para doar sangue, é necessário atender a alguns critérios básicos: ter entre 16 e 69 anos de idade (menores de 18 anos precisam de autorização e acompanhamento do responsável legal), pesar mais de 50 quilos, estar em boas condições de saúde, estar alimentado e apresentar um documento oficial com foto. Outros critérios clínicos são avaliados durante a triagem clínica realizada antes da coleta.

O Hemosc orienta que os doadores façam o agendamento prévio, no site www.hemosc.org.br. As doações podem ser realizadas nas unidades Hemosc distribuídas em diferentes regiões de Santa Catarina. Mais informações sobre horários, locais de coleta e todos os requisitos para doação estão disponíveis nos canais oficiais do hemocentro.

Texto: Comunicação HEMOSC

Mais informações:
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 99134-4078
e-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Nos siga no instagram @saude.sc





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El Niño: o que é o fenômeno e como ele influencia o clima em Santa Catarina

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Foto: Thiago Kauê / SecomGOVSC

O El Niño é um fenômeno climático natural que se forma no Oceano Pacífico, mas provoca impactos em diferentes regiões do planeta, incluindo o Brasil. Em junho de 2026, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) confirmou sua formação e indicou 88% de probabilidade de que alcance intensidade forte a muito forte. Esse aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico altera a circulação atmosférica global, modifica o comportamento das massas de ar e influencia a formação e o deslocamento das frentes frias, afetando os padrões de chuva e temperatura em diversas regiões. 

Em Santa Catarina, o fenômeno costuma estar associado ao aumento da frequência e da intensidade das chuvas, elevando o risco de alagamentos, enxurradas, inundações e deslizamentos de terra. Por isso, o monitoramento constante das condições oceânicas e atmosféricas é fundamental para o planejamento de ações preventivas e para a emissão de alertas à população.

Como o El Niño afeta o Brasil

Os impactos do El Niño variam conforme a região do país. Nas regiões Norte, Nordeste e em parte do Sudeste, o fenômeno favorece a formação de um bloqueio atmosférico, reduzindo a ocorrência de chuvas e aumentando os períodos de estiagem.

Ao mesmo tempo, as frentes frias tendem a permanecer por mais tempo sobre a Região Sul, especialmente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Esse comportamento favorece a ocorrência de chuvas persistentes e volumosas, aumentando a probabilidade de eventos extremos.

Confirmação do fenômeno

A confirmação do El Niño segue critérios internacionais estabelecidos por centros de monitoramento climático. O aquecimento das águas do Oceano Pacífico, por si só, não é suficiente para caracterizar o fenômeno. Entre os principais critérios utilizados estão:

  • A manutenção da temperatura da superfície do mar em pelo menos 0,5 °C acima da média histórica durante um período prolongado, medida por sucessivas médias móveis trimestrais;
  • Alterações na circulação atmosférica sobre o Pacífico Equatorial, especialmente o enfraquecimento dos ventos alísios, responsáveis pelo transporte de calor e umidade na região.

Somente quando os indicadores ocorrem simultaneamente o fenômeno é reconhecido pela comunidade científica.

Evolução e intensidade

O desenvolvimento do El Niño ocorre de forma gradual. Em muitos episódios, os primeiros sinais surgem ao longo do ano, enquanto o período de maior intensidade costuma ocorrer entre a primavera e o verão do Hemisfério Sul.

A intensidade do fenômeno pode variar entre fraca, moderada, forte e muito forte. Essa classificação depende da persistência e da magnitude do aquecimento das águas do Oceano Pacífico, além da resposta da atmosfera às mudanças observadas no oceano.

Embora os modelos meteorológicos permitam estimar sua evolução com antecedência, a intensidade e os impactos do El Niño podem variar ao longo do período de monitoramento, o que exige acompanhamento contínuo por parte dos órgãos especializados.

:: Saiba aqui como receber alertas meteorológicos e adotar medidas de autoproteção.



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Férias escolares: o que evitar em casa, na estrada, e quando ligar para o 193

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Foto: Divulgação / CBMSC

O início do recesso escolar de julho aumenta dois riscos que costumam andar juntos: crianças passando mais tempo em casa sem a rotina da escola, e famílias saindo mais para viagens de curta distância. São contextos com riscos bem diferentes, e a prevenção em cada um exige atenção a pontos específicos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, o maior risco com crianças pequenas não costuma vir de onde os pais mais temem, e sim do que já está dentro de casa há anos e virou invisível de tão familiar: fio de ferro de passar, tomada sem proteção, remédio guardado no armário baixo do banheiro.

Algumas dicas para a prevenção de acidentes domésticos neste período é principalmente focada em casa:

  • Instale grades ou redes de proteção em janelas, varandas e no acesso a escadas, já que a queda é a principal causa de acidente grave com criança pequena em ambiente doméstico;
  • Guarde remédios, produtos de limpeza e objetos cortantes fora do alcance e da visão, nunca em embalagem de refrigerante ou alimento, porque criança pequena reconhece o rótulo, não o conteúdo;
  • Nunca deixe o ferro de passar ligado com o fio ao alcance da criança, mesmo por poucos segundos;
  • Não deixe o bebê sozinho na banheira, mesmo com pouca água, pois afogamento doméstico acontece rápido e em silêncio, sem gritos ou respingos;
  • Mantenha área de serviço e banheiro fechados quando não há adulto por perto;
  • Fique atento ao engasgo: alimentos redondos e pequenos (uva inteira, salsicha em pedaço, balas duras) são risco real para crianças pequenas. Sempre corte em pedaços menores e supervisione a refeição;

Na estrada

Viagem curta engana. É onde mais gente relaxa a atenção justamente porque parece trajeto simples e conhecido. Aqui, o CBMSC recomenda:

  • Revise pneus, freios e luzes antes de sair, pois problema mecânico costuma aparecer justamente quando o carro roda mais que o normal;
  • Respeite o limite de velocidade e mantenha distância segura do veículo à frente, mesmo em rodovia vazia;
  • Faça pausa a cada três ou quatro horas de direção, pois cansaço ao volante reduz reflexo antes mesmo da pessoa perceber que está cansada;
  • Cinto de segurança em todos os bancos, sem exceção, mesmo em trajeto de pouco minutos;
  • Evite sair no horário de maior movimento, sobretudo em fim de semana ou feriado dentro do recesso;
  • Nunca dirija após consumir álcool, nem “só um pouco”, pois não existe dose segura combinada com direção.

Em qualquer emergência, ligue 193. O número de emergência do Corpo de Bombeiros é gratuito e funciona 24 horas, para incêndio, acidente de trânsito, afogamento, engasgo ou qualquer situação que exija resgate ou primeiros socorros.



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