NESTA EDIÇÃO: Samuel Ramos tem até quinta para decidir. A sugestiva palestra de Colombo. Depois da Festa, vem o funk. Amin e Carol ensaiam dobradinha. A rejeição do Carluxo. A vantagem de Jorginho. João sobe, mas ainda não encosta. Flávio lidera entre os catarinenses. Vereador Nixon trocou apoio?
Decisão
Com a vaga aberta para quem deseja disputar uma cadeira na Câmara Federal, o chefe de gabinete e presidente da CCO da Festa do Pinhão, Samuel Ramos, está entre a cruz e a espada — ou decide, ou assiste. Ele tem até esta quinta-feira (02) para se desincompatibilizar dos cargos, cair na estrada em busca de apoios e, principalmente, de votos. A “bênção” da prefeita Carmen ele já tem — o que, convenhamos, ajuda bastante!
Futuro
Assim como Samuel, outro que parece saborear a indecisão é o ex-governador Raimundo Colombo. Na próxima semana, promove um jantar-palestra com nome tão sugestivo quanto amplo: “O trabalho que construiu o presente”. Promete falar sobre trabalho, resultados e futuro. Sobre o presente político… talvez fique para a sobremesa.
Palco
O empresário da noite, Gabriel Matos, gostou tanto do resultado do show de Simone Mendes que já engatilhou a próxima atração: uma noite de funk, com Japank e Boladin 211. Será em 31 de julho, bem depois da Festa do Pinhão. Para quem gosta, prato cheio. Eu, particularmente, sigo passando longe — sem culpa e sem fone de ouvido.
Senado
A mais recente pesquisa para o Senado em Santa Catarina, divulgada na quarta-feira (1º), não trouxe boas notícias para o Carluxo. Segundo o AtlasIntel/Estadão, Carol de Toni lidera com 30,7%, seguida por Esperidião Amin, com 20,1%, e Carlos Bolsonaro, com 18,3%. Nada que impeça uma reação — mas, por enquanto, é subida.
Rejeição
Se em intenção de voto a coisa já não empolga, na rejeição o cenário pesa ainda mais. Metade dos entrevistados (50%) considera a eventual candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina um oportunismo político — e contrário aos interesses do Estado. Não é exatamente um ponto de partida confortável.
Reeleição
Na disputa pelo governo do Estado, Jorginho Mello aparece com folga. No cenário com cinco candidatos, soma 49,4% das intenções de voto, contra 21,4% de João Rodrigues e 13,8% de Gelson Merisio (PSB). Marcelo Brigadeiro (Missão) tem 5,7%, e Marcos Vieira (PSDB), 1,6%. Brancos e nulos somam 5%, enquanto 3% não souberam responder. Traduzindo: liderança consolidada e oposição ainda tentando se encontrar no GPS.
Segundo turno
Em um eventual segundo turno, Jorginho vence todos os adversários testados. Contra João Rodrigues, marca 53,1% a 30,3%. Diante de Merisio, 60,7% a 22,8%. Contra Décio Lima, 59,1% a 26,8%. Números que, hoje, falam por si — e silenciam muita articulação de bastidor.
Presidente
Na corrida presidencial, o eleitor catarinense mantém sua preferência por Flávio Bolsonaro, que lidera com 53,4% no primeiro turno, contra 28,4% de Lula. Em um eventual segundo turno, a vantagem se amplia: 59,4% a 31,1%. Por ora, em Santa Catarina, o jogo segue com dono — e torcida definida.
Cabo eleitoral
O vereador Nixon, que sempre foi um “fiel servidor” do deputado Marcius Machado, parece que não está mais tão fiel assim, ou quebrou os potes. Nixon participou recentemente em um ato político do deputado Ivan Natz (Blumenau), onde rasgou seda para o mesmo. Interessante…

Era só, por enquanto!
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