A Rainha Maria Júlia e as Princesas Maria Luíza e Emilie da Silva carregam não apenas os trajes, mas o significado de uma festa que atravessa gerações
Chiripá
O traje reforça a conexão com as origens. O chiripá surge como símbolo de um tempo em que o fazer manual era essencial. É justamente essa essência que conduz toda a narrativa da coleção deste ano.
Apresentação
Muito além de um traje, a segunda produção da realeza da Festa Nacional do Pinhão surge como um manifesto sobre tempo, ancestralidade e o valor do feito à mão. As criações foram apresentadas no sábado (4), durante o evento de abertura oficial da colheita do pinhão, no Mercado Público Municipal.

La Unica Ateliê
Os trajes, confeccionados pelo La Unica Ateliê, de Lages, e utilizados pela Rainha Maria Júlia Branco da Silveira e pelas Princesas Maria Luisa Furtado Boeno e Emilie da Silva Pereira, partem de uma releitura do chiripá, peça tradicional da cultura gaúcha que antecede a bombacha.
A concepção inicial foi do executivo de comunicação da Prefeitura de Lages, Diogo Schimitz, e ganhou forma a partir do olhar criativo da estilista Ana Lopes, que transformou a referência histórica em uma composição feminina, sofisticada e contemporânea.

Fonte: Comunicação Social Prefeitura de Lages
Informações: La Unica Ateliê
Fotos: Sabrina Rodrigues
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