Antes de começar esta crônica quero deixar aqui meu respeito e admiração para alguns comunicadores que estão a anos luz de qualquer faculdade de jornalismo. Digo isso porque conheço tantos profissionais que não poderia nomear todos aqui, ficaria um texto muito extenso, alguns profissionais têm mais de 30 anos de estrada, e com eles aprendo todos os dias.
Sou uma jornalista formada desde 2007, amo verdadeiramente minha profissão, mesmo muitas vezes sendo incompreendida em dar minha opinião em algo que acho relevante. Busco a informação e principalmente a verdade, pois ela é uma só.
Sou conhecida pela personalidade forte e também pela maneira que escrevo, acredito que todos têm sua assinatura ao escrever. Mas, infelizmente a profissão está banalizada, hoje qualquer um abre um site, ou um perfil e sai escrevendo o que “dá na telha”, saem denegrindo empresas, pessoas e profissionais sem se importar com as consequências, como se ser um comunicador seria provar sua capacidade intelectual ao escrever.
Aprendi nas cadeiras da universidade a tal da ética, e sigo ela à risca, mas falar de ética com quem não sabe o que é, seria muito complicado, pois a maioria tem desequilíbrio mental e emocional, e uma grande dificuldade de entender o que é ser um jornalista ou um comunicador e acabam sendo um *Misólogo.
Confesso que admiro a confiança em expressar uma opinião sobre um assunto que claramente não dominam e as perspectivas sobre algumas situações são bastante únicas. Mas não se preocupem, tenho certeza de que a maioria das pessoas não notou essa incapacidade.
Enfim, entre ser ou não ser uma jornalista, prefiro ser. Como diz o escritor Mário de Andrade, alguns preferem ser uma “reverendíssima besta”, e eu ainda acrescento *Abantesma e *Intrujão. #BeijosDeLuz


